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e por isso físico e (mais?) abstrato ao mesmo tempo, quando todo o passado humano sobre a terra, insclusive os agoras, o são como memória viva, genética e temporalmente... era dificil mas legal pensar mais sobre o que seria o haver enquanto coisas, estrapolando-as tanto quanto a fome de viver da coragem de ao menos tentar ver os fios das meadas, para daí prová-los de variadas formas... no final da meada nem o que esta escrito servira pra algo a mais que a simples presença de outras línguas e tempos... a vida e morte de outros mundos neste mesmo girante planeta, a graça e a desgraça seguindo cada vez mais a fundo e por dentro do que seja a vida com e sem a presença humana... como era antes e como será em breve, naturalmente... o humano precisa de chão mas este não precisa da gente... confere?
oi tio poeta. Tudo bem?
Beijinhos.
TO COM SAUDADES!!!